“Tenho uma particularidade instigante: preciso da solidão. Gosto de pessoas, preciso delas, não sei viver sozinha. Mas sou mimada, preciso quando eu quero. Sou egoísta, gosto de ver televisão sozinha, sem ninguém falando junto. Sou chata, não gosto de dividir banheiro com ninguém. Sou espaçosa, bagunço as minhas coisas. Preciso da solidão pra ler, pra olhar para o teto, pra tirar ponta dupla do cabelo, pra fazer as unhas, pra pensar em tudo, pra fazer nada. Preciso da solidão pra ser eu mesma. Pra fazer alongamento, rir de mim, chorar comigo. Não entendo como tem gente que não abre a janela em dias nublados. Eu adoro janelas abertas, esteja um dia lindo de sol ou um carregamento de nuvens cinzas. Tenho que sentir o ar que vem lá de fora, seja ele qual for. Com seu gosto, cheiro, textura. Falo algumas coisas esquisitas como essa, por exemplo, ar com textura. Conheço cores que ninguém conhece, vejo alguns filmes que grande parte da população acha tosco. Não gosto de deixar as coisas pela metade, mas já deixei…”
— Clarissa Corrêa ‘
“Tenho uma particularidade instigante: preciso da solidão. Gosto de pessoas, preciso delas, não sei viver sozinha. Mas sou mimada, preciso quando eu quero. Sou egoísta, gosto de ver televisão sozinha, sem ninguém falando junto. Sou chata, não gosto de dividir banheiro com ninguém. Sou espaçosa, bagunço as minhas coisas. Preciso da solidão pra ler, pra olhar para o teto, pra tirar ponta dupla do cabelo, pra fazer as unhas, pra pensar em tudo, pra fazer nada. Preciso da solidão pra ser eu mesma. Pra fazer alongamento, rir de mim, chorar comigo. Não entendo como tem gente que não abre a janela em dias nublados. Eu adoro janelas abertas, esteja um dia lindo de sol ou um carregamento de nuvens cinzas. Tenho que sentir o ar que vem lá de fora, seja ele qual for. Com seu gosto, cheiro, textura. Falo algumas coisas esquisitas como essa, por exemplo, ar com textura. Conheço cores que ninguém conhece, vejo alguns filmes que grande parte da população acha tosco. Não gosto de deixar as coisas pela metade, mas já deixei…”

Clarissa Corrêa ‘

3 weeks ago · 0 notes

• Eu já quis muito. Milhares de coisas. De milhões de tipos: intensas, impossíveis, alcançáveis, inacreditáveis, inadequadas, imaturas, louváveis, honrosas.
Mas hoje, o que eu quero é estar de bem comigo. Nem que eu seja só a moça sorridente que trabalha na floricultura da esquina, mas que é feliz só por ser quem é.’

3 weeks ago · 0 notes

•Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas.’

3 weeks ago · 0 notes

• Eu nunca deixo mesmo claro o que eu tô sentindo. E fica parecendo que eu não sinto. Mas é incrivelmente triste quando desistem do meu mistério.’

3 weeks ago · 1 note

“Ultimamente tenho aguentado muitas coisas calado, tenho ouvido coisas que me machucaram demais, mas ainda assim preferi ficar em silêncio, porque se eu começar a falar tudo o que eu penso, sei que vou machucar muitas pessoas, e eu realmente não quero que ninguém se sinta como eu me sinto.’”
—  

(via maisumnasociedade)

3 weeks ago · 2,312 notes · Source

“Não fale o que sente à qualquer um. Baú aberto não protege tesouro…’”
—  Mariana Andrade 

(via ithyla)

4 weeks ago · 18,437 notes · Source

São pensamentos soltos traduzidos em palavras, prá que você possa entender o que eu também não entendo.’

4 weeks ago · 0 notes


“Quero a paz de um dia nublado. Quero a calma de uma noite estrelada. Quero o silêncio do mar sem ondas. Quero a oportunidade de dar vida aos sonhos! ‘

“Quero a paz de um dia nublado. Quero a calma de uma noite estrelada. Quero o silêncio do mar sem ondas. Quero a oportunidade de dar vida aos sonhos! ‘

4 weeks ago · 2 notes · Source


Os nossos maiores problemas não estão nos obstáculos do caminho, mas na escolha da direção errada.
Augusto Cury’

Os nossos maiores problemas não estão nos obstáculos do caminho, mas na escolha da direção errada.

Augusto Cury’

4 weeks ago · 3 notes · Source


A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável, o sofrimento é opcional.
Carlos Drummond de Andrade’

A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável, o sofrimento é opcional.

Carlos Drummond de Andrade’

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